António Eusébio esclarece deputados sobre a Ligação de São Brás de Alportel à Via do Infante
O projecto de ligação de São Brás de Alportel à Via do Infante tem sofrido várias alterações ao longo dos anos, estando previsto o arranque dos trabalhos muito em breve.
A proposta de traçado apresentado pelas Estradas de Portugal, no passado mês de Março, reconheceu todo o esforço demonstrado na adaptação do traçado, de modo a minorar os prejuízos sobre as populações locais. Tendo por base o parecer técnico positivo do Departamento Técnico da Câmara Municipal, o executivo municipal deliberou, por unanimidade, em reunião de Câmara de 30 de Março, aprovar a proposta de traçado apresentado, de reconhecida importância para São Brás de Alportel e para o interior algarvio.
Após a recepção da proposta de projecto, António Eusébio apresentou as respectivas alterações do traçado numa Sessão pública de Esclarecimentos, que teve lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal, no dia 25 de Março. Nesta sessão foram dadas a conhecer as melhorias alcançadas por esta nova proposta, que visava sobretudo minimizar o impacto da mesma sobre as populações.
Atendendo às preocupações apresentadas posteriormente por um grupo de proprietários de Machados aos Senhores Deputados da Assembleia da República, do grupo parlamentar do PS e PSD sobre a futura ligação de São Brás de Alportel à Via do Infante, o Presidente da Câmara de São Brás de Alportel solicitou, no passado dia 2 de Setembro, uma reunião na Assembleia da República para prestar todos os esclarecimentos sobre o projecto e sua importância, bem como todas as diligências tomadas nos últimos 8 anos sobre o referido processo. O agendamento da reunião terá sido acordado após a reabertura da Assembleia da República, ou seja depois do dia 15 de Setembro.
Esta diligência dá continuidade ao processo de transparência e informação que tem vindo a decorrer ao longo do processo de ligação de São Brás de Alportel à Via do Infante, no sentido de construir o futuro de forma participada e activa.
A 23 de Novembro de 2009, as deputadas Cecília Honório e Rita Calvário questionaram o Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento sobre a construção do campo de golfe em Rede Natura, no âmbito do projecto de aproveitamento turístico da Quinta da Ombria, no concelho de Loulé.
Em resposta ao BE, o Governo afirma que o projecto em causa não é PIN (Projecto de Interesse Nacional), mas foi alvo de Avaliação de Impacte Ambiental, tendo sido objecto de Declaração de Impacte Ambiental favorável com condicionantes. Para Vieira da Silva, o «golfe é um dos produtos turísticos (…) que deve continuar a ser potenciado
no Algarve».
A aposta continua a ser o turismo para as elites: «Considera-se que o golfe da Quinta da Ombria se enquadra na estratégia de desenvolvimento turístico da região do Algarve, contribuindo para atenuar a sazonalidade e aumentar a qualidade do emprego, com reflexos positivos na consolidação do Algarve como destino internacional de golfe, na atracção de segmentos de mercado com elevado rendimento e no prolongamento da estadia média do turismo na região»
No próximo dia

Por - Luis Gerardo Viegas
D.ª Natália Viegas, pessoas que merecem respeito
Tive oportunidade de ler um artigo no Vosso Jornal sobre o processo que foi levantado à Exma. Sr.ª D.ª Natália Viegas pela Câmara Municipal de Olhão. Tenho realmente de estar do lado da Sr.ª D.ª Natália que altruisticamente defende há muitos anos os animais abandonados do Concelho de Olhão e de vários Concelhos limítrofes. Aliás, estou a ser injusto, protege e defende todos os animais, desgastando o seu pequeno património nessa protecção. Sou testemunha pessoal dessa sua actuação altruísta, portanto, sem esperar nada de retorno que não seja o bem estar dos animais desprotegidos a quem dedicou toda a sua vida.

Em tempo de crise a Câmara Municipal de Olhão, esbanjou mais uma vez dinheiros públicos. Depois de 2 espectáculos que realizou em Junho, dia da cidade em que foram gastos centenas de milhares de euros, e de apoiar recentemente uma empresa privada a Real Marina Hotel realizando para o efeito um protocolo de promoção de um espectáculo privado cujo custo para a autarquia foi mais de trinta e sete mil oitocentos e sessenta euros e ainda com a responsabilidade pelo pagamento da luz, das forças de segurança, da limpeza e recinto para a realização do espectáculo. Decidiu e segundo dados obtidos gastar através da sua empresa municipal FESNIMA mais de 337 mil euros com grupos musicais e palco no respectivo Festival do Marisco que se realizou no passado dia
Eis uma lista que tivemos acesso do Portal da Transparência do Governo de alguns pagamentos efectuados:
Europe – 73 mil euros, Daniela Mercury – 59 mil euros, Idolomania – 36 mil euros, Netinho – 28 mil euros, Mickael Carreira – 26 mil euros, Platinum Abba – 16 mil e quinhentos euros, palco – 52 mil euros, sanitários - 6 mil e 126 euros, aluguer de cadeiras - 8 mil e quatrocentos euros, aluguer de mesas - 15 mil e quatrocentos e cinquenta e dois euros, Outdoores e electricidade - 8 mil e quatrocentos e noventa euros, Pórticos - 8 mil e quatrocentos euros.
As deputadas Cecília Honório, eleita pelo distrito de Faro, e Rita Calvário, da Comissão Parlamentar de Ambiente, questionaram o Ministério do Ambiente sobre a poluição na Ria Formosa, um grave atentado ambiental no concelho de Faro.
Pescadores e mariscadores do local têm vindo a denunciar as descargas provenientes de suiniculturas e o amontoamento de lixo diversos, como electrodomésticos, plásticos ou sucata automóvel, naquela zona do Parque Natural. A tonalidade da água e o odor libertado, decorrentes desta situação, é mais acentuado em alturas de maré baixa, pelo que estas práticas merecem cabal resolução.
A poluição na Ria Formosa tem sido diversas vezes denunciada pelas populações dos concelhos abrangidos, nas mais variadas instâncias. Recorde-se que em Março de
As deputadas do Bloco de Esquerda exigem que o Ministério do Ambiente adopte medidas urgentes para pôr cobro à situação de poluição na Ria Formosa e que promova a recuperação das áreas afectadas. Cecília Honório e Rita Calvário querem ainda saber se o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade têm os meios adequados para garantir a preservação dos valores naturais protegidos do sotavento algarvio.
6 - 09 - 2010 - 20H45